A IMPRENSA DÁ DESTAQUE AS ATUAÇÕES DE BECHARA JALKH

A imprensa é o espelho fiel da vida de uma sociedade, registrando o que nela ocorre de mais importante. É na imprensa que recolhemos as melhores provas da eficiência dos métodos de investigação científica de fatos delituosos, de cujo emprego somos pioneiros no Brasil.

São inúmeras as reportagens publicadas pelos mais prestigiosos órgãos da imprensa brasileira focalizando os casos resolvidos por nosso Diretor, Bechara Jalkh, bem como a moderna aparelhagem por ele utilizada em seus trabalhos de investigação.

Transcrevemos aqui os trechos principais de algumas dentre as publicadas por jornais e revistas, que valem por expressivo reconhecimento da superioridade dos métodos científicos de investigação, que alcançam o sucesso onde fracassam os sistemas antiquados e rotineiros.

Clique nas matérias para saber mais:

ALMANAQUE - GLOBO NEWS (Vídeo)
Para Bechara Jalkh, a resposta pode estar em um pequeno detalhe.

REVISTA DOMINGO - JORNAL DO BRASIL
“Ele nunca deixou caso sem solução.”

REVISTA DOMINGO - JORNAL DO BRASIL
“Profissão: Detetive.”

REVISTA PLAYBOY
“O maior detetive do Brasil revela os bastidores da roubalheira e conta como escapou do último atentado a sua vida.”

REVISTA ÉPOCA
“Bechara Jalkh, o detetive particular mais famoso do Brasil, reaparece no Linha Direta Justiça.”

JORNAL O GLOBO
Elio Gaspari, em seu novo livro “A Ditadura Encurralada” conta como Roberto Marinho contratou Bechara Jalkh para descobrir a autoria de atentado contra sua vida.”

JORNAL O GLOBO
“O detetive particular Bechara Jalkh (em pé) diz como funciona seu equipamento para investigações”

Revista O CRUZEIRO

“Quando não havia mais esperança, quando o próprio processo policial parecia esquecido, eis que um arguto detetive particular, Bechara Jalkh, consegue prender o “pivot” do mais sensacional rapto do Brasil: o do garoto Sérgio Haziot.”

Revista O CRUZEIRO

Reportagem em seis páginas, sob o título “Detetive: o segredo é sua alma”, descrevendo as atividades de Bechara Jalkh, os diversos casos tidos por insolúveis, por ele resolvidos, e mostrando a aparelhagem eletrônica por ele utilizada: Câmaras de circuito fechado de TV, relógio com microfone, microfone sem fio, algema de dedos, gazua, gravador para telefone, câmara fotográfica Minox, detector de mentiras.

Revista Manchete

“O sucesso de Bechara Jalkh não é devido só à sua correção. Os mais variados casos foram resolvidos pelos seus métodos de trabalho. Possui um diminuto microfone incrustado num relógio de pulso, e o gravador debaixo do cinto. Com outro aparelho, este de controle remoto, transmite conversações a um receptor instalado em prédio vizinho. Assim, no caso de a gravação ser descoberta e destruída, ainda restará a cópia. Bechara já cooperou com a Interpol, com chefes de serviços públicos, e atualmente presta serviços a uma comissão Parlamentar de Inquérito.”

O JORNAL (RJ)

“O Sr. Bechara Jalkh descobriu o raptor por pura dedução, porque, à maneira de todos os grandes detetives do mundo, tem uma capacidade excepcional de comparar fatos e tirar conclusões acertadas.”

(Reportagem sobre o trabalho de Bechara Jalkh no caso do rapto do menino Sérgio Haizot.)

Revista MUNDO ILUSTRADO

“A comissão parlamentar de inquérito que investiga a corrupção na polícia ficou impressionada com as gravações do detetive Bechara. O Sr. Alfredo Nasser, que ouviu as gravações em companhia do Sr. Carlos Lacerda, pediu que fossem ouvidas pela comissão. Foi um espanto geral. Os Srs. Pimenta da Veiga, Osvaldo Ribeiro e José Sarney não esconderam que essas gravações foram uma das peças mais importantes exibidas até agora.”

Jornal O GLOBO

“O Detetive particular Bechara Jalkh resumiu suas investigações sobre o seqüestro do menino Carlos Ramirez da Costa, e as conclusões a que chegou sobre o caso, num relatório que será entregue ao diretor da Divisão de Roubos e Furtos da Secretaria de Segurança, delegado José Gomes Sobrinho. No documento, o detetive diz por que chegou à conclusão de que o pai do menino, João Melo da Costa, está envolvido no seqüestro, e apresenta uma série de sugestões para o prosseguimento das investigações.”

Jornal O GLOBO

Reportagem de primeira página, sob o titulo:

“Detetive elucida para O GLOBO o “Caso Van-Lou”. O detive Bechara Jalkh, do Instituto de Investigação Científicas e Criminais, contratado pelo O GLOBO para realizar investigações no caso” Van-Lou”, reuniu dados e documentos que permitem montar, em todos os seus detalhes, a história dos crimes na Avenida Sernambetiba.”

Revista FATOS E FOTOS-GENTE (Brasília)

“Quatro anos depois do seqüestro, Bechara Jalkh levanta as pistas que podem solucionar o mistério. E Conceição Ramirez, mãe do menino, concorda com suas acusações.”

(Reportagem em três páginas, mostrando como Bechara Jalkh desmascarou a farsa montada pelo pai do menino Carlos Ramirez, que seqüestrou o próprio filho.)

Jornal O GLOBO

“A segunda série de três reportagens sobre os resultados das sindicâncias realizadas pelo detetive Bechara Jalkh, contratado pelo O GLOBO para investigar o caso “Van-Lou”, reconstitui, em todos os detalhes, a morte do técnico de televisão Vantuil de Matos Lima e do motorista de táxi Almir da Silva Rodrigues. Fica então clara a motivação passional dos crimes: Vanderlei Quintão condicionava seu casamento com Lou à ajuda que ela lhe desse para matar os dois.”

Jornal DIARIO DE SÃO PAULO (SP)

“Internacionalmente conhecido, o detetive Bechara Jalkh, do Rio de Janeiro, acaba de resolver mais um mistério: O assassinato do conde Francês Jacques Bernonville, colaborador dos nazistas durante a II guerra, ocorrido em junho de 1972, no bairro carioca da Lapa. Segundo investigações de Bechara, o verdadeiro executor do conde francês foi o Letão Anton Kunzle, chefe de um grupo a serviços dos judeus e dedicados à caça dos nazistas ou seus colaboradores.

Antes, em 1966, Anton Kunzle já participara de outra morte, a do alemão Herbert Çurkors, Criminoso de guerra que estava operando comercialmente no Brasil. Bechara revela que os comandos tentaram seqüestrar Bernonville para executá-lo fora do Brasil, mas ficou difícil e resolveram matá-lo na Rua Taylor. Bechara levou vários meses coletando dados a respeito de Anton.”

Jornal O GLOBO

“Quem matou Bernonville? O conde francês Jacques Bernonville, morto em Abril de 1972 no apartamento 1210 da Rua Taylor 31, na Lapa, era voluntário Waffen 55 da polícia política alemã, e foi assassinado por agentes secretos de Israel. A afirmação é do detetive Bechara Jalkh, que acompanhou o caso desde o ínicio. O governo francês enviou relatórios oficiais provando a patente de Bernonville na SS.”

Jornal O GLOBO

“Por que só agora chega à justiça o inquérito sobre um seqüestro ocorrido em 1973? O detetive particular Bechara Jalkh, que acompanhou o trabalho da polícia durante seis anos, revela detalhes ainda não conhecidos e responde à pergunta:” Porque não interessava aos policiais encarregados do caso até 1977 resolver o mistério do seqüestro de Carlinhos.”

Revista O CRUZEIRO

“O notório detetive particular que introduziu no Brasil o ensino pioneiro da investigação, Bechara Jalkh, é considerado o papa da contra-espionagem industrial. Membro da Associação Mundial de Serviço Secreto e presidente da Associação dos Detetives Particulares do Brasil é procurado pelas grandes empresas industriais para, com sua rede de agentes, protegê-las contra os que, a serviço de empresas concorrentes, se infiltram às vezes como simples empregados para devassar planos, com concorrências e todos os negócios que envolvem sigilo empresarial.”

Revista Manchete

“Os superdetetives brasileiros. Para Bechara e Warwar, não há caso criminal insolúvel. No devido tempo, tudo é descoberto.”

Revista FATOS E FOTOS-GENTE (Brasília)

“Bechara Jalkh, o espião sem louras e sem champanha: cuidado as paredes têm mesmo ouvidos...”

(Reportagem em duas páginas, na qual Bechara Jalkh mostra sua aparelhagem eletrônica e faz demonstrações dos instrumentos utilizados no combate à espionagem industrial e outros trabalhos de investigação.)

Revista FATOS E FOTOS-GENTE (Brasília)

Reportagem sobre o título: “Detetives particulares. As sofisticadas armas da espionagem.” Bechara Jalkh explica os modernos métodos e os aparelhos de que se servem os detetives empenhados em investigações de contra-espionagem industrial, e mostra como agem os espiões, bem como as técnicas utilizadas para combatê-los, que são ensinadas aos alunos do IICC.